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“ É no começo da noite que eu me transformo. Quando o céu parece limpo e escuro, estou bela e brilhante chamando a atenção dos jovens apaixonados. Uma vez ou outra, dou uma espiadinha escondida atrás de nuvens passageiras. Se eu sumir pra sempre do céu? Que nada... Eu tenho minhas mudanças de fases constantes, assim como a lua. “
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Sabe, o que eu vou dizer aqui pode ser o “mais-sem-pé-nem-cabeça” que existe, mas já pararam para refletir porque não vemos a maioria das coisas que aprendemos no mundo de hoje?
Quando crianças, recebemos uma folha de papel e alguns lápis de cores para desenhar. Abusamos da nossa imaginação e traçamos as coisas mais felizes que possam existir: um solzinho sorrindo, nuvens azuis, uma casinha cheia de florzinhas ao seu redor, uma árvore de maçãs, borboletas e passarinhos voando e beijando as flores ou um casalzinho de bonecos palitos brincando na paisagem mais harmoniosa possível. O adulto que nos entregou tais instrumentos para a nossa “obra”, vê e fica deslumbrado como se fosse o desenho mais lindo que já viu, então você vira a atração do dia, guarda o desenho numa gaveta e nos dias, meses, anos seguintes, não se lembra mais desses momentos.
Quando crescemos e passamos a ver a verdadeira realidade, sofremos mudanças constantes de pensamentos. Pegamos a folha de papel desenhada, agora amassada, suja e não tão mais “viva” como antigamente, guardada pelo tempo, e lembramos que o sol não é tão bom; uma exposição prolongada a ele pode causar ardência imediata e problemas de pele futuramente. As nuvens “azuis” na verdade são brancas e de aparência fofinha para os que ainda vivem no interior, enquanto que para a cidade grande elas se tornam cada vez mais “rosadas”, quebrando o meio ambiente e os seres vivos em que habitavam as casinhas por causa da poluição. Árvores de maçã... O que é isso mesmo?! A verdade é que eu sempre tive curiosidade de ver tal raridade se não morasse num país tão tropical que não condiz com as características de formação da fruta. Por último, serão cada vez mais raridade os seres humanos que são indefesos ao carinho, afeto, atenção, que acreditam em si mesmos, no próximo, no amor de conto de fadas.
E aí blogueiros, como vocês estão? ^^
Como vocês podem perceber, faz mais de uma semana que eu não posto nada, (fiz até de propósito mesmo), porque eu queria escrever a segunda parte da minha viagem a São Paulo e postar um vídeo que eu fiz dentro do aquário que visitamos. Muito maneiro mesmo! Porém, emprestei o cd para o meu professor de biologia e ele não me devolveu. Então essa idéia foi pro beléléu, mas quando ele me devolver eu deixo o vídeo e vocês o vejam aí. (Tá respondida a sua dúvida, Luquinhas?). Rsrsrs xD.
Ontem à noite aconteceu algo interessante na minha escola. A minha turma de terceiro ano organizou um desfile “Garoto e Garota Sesi” para arrecadar fundo para a formatura. Achei muito legal os alunos da escola desfilando... E não é que as pessoas que você não dá “nada” por elas se transformaram na passarela? Só os vencedores (alguns) que eu não concordei muito em ter ganhado, mas de qualquer forma, foi bom não ter ganhado aquele pessoal “famosinho e bonitinho” da escola pra não parecer uma coisa óbvia e roubada.
Agora vem a parte interessante da noite. No final de tudo, da entrega dos prêmios aos ganhadores, as meninas da nossa turma que estavam tomando frente do desfile, tiveram a TRISTE idéia de lembrar às pessoas presentes, quem estava organizando o desfile. Então o terceiro ano foi obrigado a subir na passarela e eu tremi as bases (não só tremi as bases, como também fui “empurrada” pelo pessoal que tava voltando do começo da passarela). Xinguei horrores, porque eu não tenho o menor jeito e vocação pra isso e só fiquei aliviada porque a maior parte do pessoal estava na mesma situação que eu. Cara, eu simplesmente odeio essas coisas inesperadas. >.<’
Obs.: Esse blog tá virando páginas de diários, mas prometo que vou mudar essa situação.
Tenho que admitir que essa semana foi a mais foda que eu já tive durante o ano (mesmo este ainda não tendo terminado)! xD
Segunda e terça ficamos por conta da feira de ciências que acontece todo mês de outubro no meu colégio. Tudo bem que a minha turma correu atrás pra caramba das coisas pra montar o tema que nos foi proposto – “Evolução dos meios de transporte” – mas na maior parte do tempo ficamos à toa conversando em horário de atendimento e engordando com as “perdições” que são oferecidas na cantina.
Quarta foi tipo um “feriado” (mais uma folga >.<’), e não entendi o porquê de não termos aula - acho que era por causa do dia dos professores – e de qualquer maneira, eu achei bobice ter usado esse argumento pra emendar com a feira de ciências, porque no nosso dia mesmo (dia dos estudantes), não tivemos nada de especial pra nos privilegiar. (Realmente, não entendo a cabeça desse povo). ¬¬’
Quinta é o único dia que a nossa rotina estudantil voltaria ao normal, e por conta própria eu resolvi faltar também. Não que eu esteja aproveitando pra “malandrar”, mas amanhã à noite viajarei para São Paulo com o ensino médio, meu professor lindo de física e terei que arrumar minhas coisas. Eu simplesmente amo essas viagens do nada que ele arruma, é uma forma diferente de mostrar o lado prático da física na realidade. Detalhe: Eu, como “bicho-do-mato” que nunca saí dessa cidade do interior, vou conhecer São Paulo!
Já me fizeram o favor de falarem algumas coisas desagradáveis do lugar (invejosos, hahaha), só que eu aposto que vou ficar impressionada com tudo diferente que eu ver. Cara, nós vamos visitar a USP, Museu da Língua Portuguesa! Dá pra imaginar?! Fora os outros passeios como a ida ao Aquário submarino, rodízio de churrasco e pizza, shopping, etc.
Mal posso esperar... Domingo à noite eu tô de volta pra amolar vocês! xD
Beijoos! ;*
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" Antigamente quando era pequena, eu era motivo de brincadeiras sem graça para toda a turma. A cada lágrima silenciosa que escorria pelo meu rosto representava cada uma de suas manhãs mais felizes com o mínimo insulto que fosse.
Agora, encontro seu brilho se perdendo com o passar do tempo e todos à sua volta lamentando pela sua tristeza. Vejo que era necessário eu ter esperado calada para a vida lhe mostrar os obstáculos, e o único sentimento que nunca pensei em ter sobre você, tive: pena. "
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O que é Amizade?
Amizade é um começo de noite,
colocar um amigo numa roubada e morrer de gargalhadas;
Amizade é jogar conversa fora, contar segredos proibidos;
Amizade não é como amores que desmancham,
amigos, por mais que distantes, nunca serão esquecidos.
Obs.: Pequena homenagem a meus queridos amigos de sexta-feira. Amo vocês!
Você já parou para pensar qual a utilidade de se coçar? Como nosso organismo reage quando coçamos? Porque quando começamos, a tendência é aumentar a coceira? Afinal, de onde ela veio?
Este é um hábito um tanto comum que somente podem ser sentido pelos primatas. A coceira estimula uma região do cérebro relacionada ao prazer, fazendo com que isto se torne um tipo de recompensa, ainda que o ato forneça alívio momentâneo. Acredita-se que a coceira seja um mecanismo de defesa – para que os animais aprendam a detestar, evitar picadas de insetos e outros agentes irritantes. É uma ação tão instintiva e natural que não há necessidade de aprender para coçar.
Mas somente estas informações não são concretas o suficiente para desvendar um dos grandes quebra-cabeças da medicina, não? Assim como a coceira parece algo simples, por muito tempo foi considerada uma forma de dor – e ela realmente divide com a dor alguns caminhos do sistema nervoso. Ambas as sensações começam nos nervos periféricos, que ficam na pele, e caminham até a medula espinhal, na base das costas, para dái seguir em direção ao cérebro. Vale lembrar que apesar de percorrerem o mesmo caminho, elas não acontecem juntas. Uma sensação inibe a outra, por isso muitas pessoas coçam a mesma região até se machucar, para que a sensação de coceira passe.
Há descobertas de que existam outros tipos de coceira, como as psicológicas, que ocorrem através da ansiedade ou depressão, caso a pessoa desenvolva o hábito de coçar determinado local da pele e lá ter alterações cutâneas. A solução para que não ultrapassemos o extremo, é fazer um esforço para maneirar. Qualquer alteração de comportamento, como o hábito de ler bastante, faz com que as ligações entre os neurônios se modifiquem.
Provavelmente você sentiu coceira ao ler essa reportagem quando pensou no assunto, ou viu imagens que se remetem a ele. Vai me dizer que é mentira? Rsrs...
" Outro dia escutei você dizer que eu era esperta. Mas tão esperta, que se juntassem mais três, não chegava aos meus pés. Minha primeira reação foi de espanto diante da declaração; a segunda me fez pensar rapidamente em todas as loucuras que já fiz e se realmente podem ser classificadas como safadezas debaixo dos lençóis; a terceira e última mostrei um sorrisinho maléfico nos lábios olhando para baixo, parecendo confirmar sua tese.
A verdade é que as coisas não funcionam dessa maneira. Quando alguém que aparenta ser tranqüilo faz algo fora dos padrões, nunca esperado pelas pessoas ao seu redor, pode ser classificado como “safado”? Esta é uma tarefa dificilmente aceitável e compreensível para você, que sempre esteve presente acompanhando todas as minhas ações a olho nu.
A oportunidade oferecida cedo ou tardiamente será apenas mais um incentivo para descobrir aquilo que tanto me fascina: o proibido. É como estar a sós com você entre quatro paredes. Não há som e cores que me impeça de tentar aquilo que a sociedade me corrompe. Sou movida por saber exatamente o que estou fazendo, mas com tamanha inocência de não me preocupar com o que irá acontecer, quais as conseqüências do meu desejo incontrolável. A partir do momento que estive ali, certamente enxerguei coisas que jamais qualquer normalidade poderia acreditar.
Agora é minha vez: "
Quem nunca pediu um pouco de coragem e oportunidade para correr um grande risco? ;)
Hoje foi o último dia de simulado, o dia mais tranqüilo. Química é a única matéria exata que eu me “simpatizo”, geografia apesar de não ser meu forte, se eu pegar firme pra estudar acho que faço uma prova legal, e espanhol, sem comentários, né. Faço a prova de olhos fechados.
Nem acredito quando eu finalmente saí daquela sala, morta de fome, o sol rachando lá fora. O problema da minha cidade é que às vezes o calor fica insuportável, e não tem nenhuma “prainha” pra satisfazer nosso final-de-semana. Aí temos que nos conter com mato e cachoeira (meu destino no final-de-semana). ¬¬
Tudo bem. Pior que isso é estudar física de tarde, fazer dois trabalho e uma redação porque meus compromissos não me permitirá nos próximos dois dias.
Ah, mas quer saber? De qualquer forma, eu amo sexta-feira, não tem dia melhor! ;D
on - A lua.