É, o título voltou a reinar... Como se já não me bastasse tudo o que já me aconteceu na cidade grande, passo por mais uma situação extremamente ridícula.
Bem, a minha vida inteira sempre fora improvisada. Seja porque eu esquecia de fazer algo importante, ou ía deixando acumular, ou realmente estava preocupada com esse "compromisso" e acabava não conseguindo resolver. Fora o azar que também me persegue! Pqp... Isso explica o fato de já ter ficado presa no elevador sozinha, ter sido quase atropelada quando ía pra faculdade atrasada, "improvisado" uma folha para um fichamento que não consegui com a professora (colei papéis em branco em cima do resumo que fiz e a nota que a professora me deu, pra depois xerocar e finalmente fazer outro trabalho nela), e uma outra "aventurinha" no ônibus que, por mais que eu falasse a vocês que foi pura inocência da minha parte, sei que iriam rir de mim até a morte.
E nessa sexta-feira tão linda e ensolarada, (QUENTE, pra dizer a verdade), fui encontrar meu namorado. Assim que nos despedimos, não havia me dado conta de que tinha deixado a chave de casa no bolso dele. Atravessei duas ruas e gritei por dentro como no bordão do Pânico na TV: "Chave! Cadê a minha CHAVE?!" (na verdade, substitui a palavra certa, "chinelo" por "chave"). Que legal... ¬¬
Seria muito simples de resolver o problema se eu ligasse para o seu celular antes de ir atrás dele na loja onde trabalha. Mas só sabia que era por ali, mas não em qual das inúmeras ruas que cortava o local. Deixei meu celular sem bateria em casa. E mesmo que o tivesse em mãos, a minha fraca memória não me permitiria lembrar de números que nunca decorei. E agora? O que você faria sem celular, sem a chave da sua casa e com R$0,50 no bolso? NADA... Até picolés de vendedores ambulantes estão custando mais caros. AFF!
O negócio foi correr atrás de um orelhão mais próximo dali e ligar para a minha mãe - porque sempre recorremos a elas mesmo que longe? - a buscar uma solução. E realmente, ela foi encontrada duas horas depois. Minha vontade era de esganar aquele sorrisinho besta na cara quando ele foi me devolver a chave. Porque toda essa confusão partiu de cisma boba em não me deixar entregar a chave com os porteiros do prédio... Mas não consegui! Mesmo "desgraçando" minha vida, só tive uma pequena vontade de mordê-lo com muita força *--------* Hahahaha!
O Natal mal chegou e já estou sendo atingida pelo espírito da coisa - é facilmente percebido pelo layout do vox, apesar de que, na minha opinião, tá mais "romântico" do que realmente simbolizando a data. Mas... Quem se importa? ;P
Outro dia quando estava passeando com meu namorado pela cidade grande, também tinha avistado algumas lojas com essas "papagaiadas" envolvendo os produtos. Mas apesar de sabermos que a intenção é atrair os consumidores, porque sempre caímos nas garras do marketing? Eu sou um exemplo! Adoro ver árvores de Natal, e lá tinha de todos os tamanhos e cores. Fora os enfeitizinhos! Além das bolinhas e estrelinhas habituais de se pendurar nos galhos dela, também tinha bichinhos mesmo de pelúcia com um gorrinho de Papai-Noel na cabeça. Uma gracinha! xD
Ah, se eu tivesse dinheiro...
Eu só sei que a única palavra que eu não posso escutar é DESCANSO. São tantas coisas pra fazer que fico até perdida: prova de anatomia, prova de filosofia, trabalhos de estatística (sim, meu professor ADORA nos infernizar com SPSS), trabalho de metodologia científica.
Depois de duas semanas despreocupada de estudos, retorno à construção da minha lápide.
Ao contrário da maioria dos e-mails que recebo, este eu fiz questão de postar no blog por eu achar muito interessante, e ao mesmo tempo engraçado, de como as pessoas gostam de "brincar" com as palavras e as imagens. Selecionei apenas algumas propagandas devido a alguns "trocadilhos" que achei meio pesado. Hehehehe! Mas se alguém se interessar, me escreva o e-mail e eu mandarei o resto! ^^
Bom domingo e começo de semana!
Quando o relógio marcou meia-noite do dia 31 de outubro (sábado) meu coração palpitou mais forte dentro do peito: havia completado 10 meses de namoro! Claro que esse não é o primeiro e nem vai ser o nosso último aniversário juntos. Mas digamos que me senti mais realizada "amorosamente". Rsrsrs.
Falta pouco, muito pouco, para quebrar meu recorde de relacionamentos duradouros e sei que devo toda essa felicidade ao amor. As pessoas não devem ficar com alguém por dinheiro, pressão de amigos e familiares, ou pior, por medo de ficarem sozinhas. Devemos encontrar no outro tranquilidade, carinho, atenção, confiança, amizade, fidelidade e outras mil qualidades que gostaríamos/precisamos de ter. O namoro não deve acrescentar e nem nos diminuir, mas nos completar. Por isso que a cada dia que passa, eu tenho mais certeza que encontrei este alguém.
Guilherme, só queria lhe dizer que, por mais que seja difícil demonstrar retribuir tudo o que você faz por mim, não quer dizer que eu não te ame. Sinto que sou pequena e frágil demais para um sentimento tão poderoso que me cerca. Porque você é o presente que Deus deixou pra mim. E independente do que estiver reservado para nós, te quero SEMPRE ao meu lado, pro resto da vida. Te amo demais, seu traste! ;D
O fim de ano está chegando e estou ficando cada vez mais impaciente. É chegada a hora de "partir" do apê que divido com as meninas - devido a possibilidade do irmão de uma delas migrar para lá ano que vem. Mas para isso, preciso achar um outro lugar para morar.
Graças a influência e dicas da minha tia juiz forana, estou tentando correr atrás com as minhas "próprias pernas". Os porteiros disseram que há algumas vagas no próprio prédio e achei ótimo! Na verdade, não queria abandonar as meninas, nem o lugar onde moro. Só queria ter uma cama descente pra dormir; um guarda-roupa pra guardar as coisas e deixar algumas por lá, ao invés de trazer e levar sempre na mala; convidar meus amigos, família e namorado a hora que eu quisesse, sem regras e amolação.
Meu sonho é ter um cantinho com a minha cara, com meu jeito! Enfim, ficar livre e a vontade pra fazer o que der na telha. xD
Essa minha impressora é mesmo traiçoeira. Não basta apenas você deixar de ser preguiçoso, saber a matéria e fazer o trabalho no computador. O importante é que no final, sua impressora tenha a boa vontade em te ajudar.
Do que adianta ter as coisas em mente e não colocá-las em prática? (Ou trazendo para a minha realidade, ter feito e não conseguir imprimir)? ¬¬
Vocês podem até me dizer que não, mas eu direi justamente o contrário! Sim, eu acredito que a idade atrapalha as pessoas em muitos setores na vida. E um deles, que posso comprovar, é o convívio frequente na faculdade.
Digamos que essa semana foi "tensa". Os professores aproveitaram a ausência da maioria da turma - porque ocorreu um Congresso de Psicologia nos horários das aulas - para entregarem as notas das provas. A experiência que eu obtive foi de notas boas e que agora eu sei como cada professor corrige as questões. Porém, creio que a minha felicidade não pôde ser compartilhada com alguns colegas de sala.
Das "excessões" de notas abaixo da média se encontraram em apenas três pessoas e senti muita pena quando descobri uma delas que estava incluída nesta afirmativa. Sabe, essa moça é muito legal comigo, me parecia bem interessada na matéria. É uma das pessoas que mais converso. Só que não teve sorte. Já as outras duas achei bem merecido porque não fazem por onde.
E o que elas têm em comum? Acho que vocês sabem a resposta. Eu achava difícil encarar uma faculdade quando se é jovem, cheio de baladas e namorado disponível longe dos pais, mas vejo que ser mais velho com emprego e família para cuidar, é bem mais complicado. O que acontece é que essas pessoas não aproveitam para prestar atenção e estudar nas horas devidas da faculdade, pensando que saberão tudo nas provas. Por inocência ou vagabundagem, não procuram amizades que possam ajudá-los. Na minha sala é justamente o contrário: os mais jovens dão exemplo para os mais velhos.
(E cá pra nós! O modo de ensino de anos atrás e depois de muito tempo parado resolver querer um diploma de um curso, agora, não é pra qualquer um que aguente, não!)
Nossa, não fazia nem idéia dessa cadeira em comum. Larinha, tu é cultura! Ha-há. Agora, tem fundamento isso que você... read more
on Propagandas Proibidas - parte 3.