Quando o relógio marcou meia-noite do dia 31 de outubro (sábado) meu coração palpitou mais forte dentro do peito: havia completado 10 meses de namoro! Claro que esse não é o primeiro e nem vai ser o nosso último aniversário juntos. Mas digamos que me senti mais realizada "amorosamente". Rsrsrs.
Falta pouco, muito pouco, para quebrar meu recorde de relacionamentos duradouros e sei que devo toda essa felicidade ao amor. As pessoas não devem ficar com alguém por dinheiro, pressão de amigos e familiares, ou pior, por medo de ficarem sozinhas. Devemos encontrar no outro tranquilidade, carinho, atenção, confiança, amizade, fidelidade e outras mil qualidades que gostaríamos/precisamos de ter. O namoro não deve acrescentar e nem nos diminuir, mas nos completar. Por isso que a cada dia que passa, eu tenho mais certeza que encontrei este alguém.
Guilherme, só queria lhe dizer que, por mais que seja difícil demonstrar retribuir tudo o que você faz por mim, não quer dizer que eu não te ame. Sinto que sou pequena e frágil demais para um sentimento tão poderoso que me cerca. Porque você é o presente que Deus deixou pra mim. E independente do que estiver reservado para nós, te quero SEMPRE ao meu lado, pro resto da vida. Te amo demais, seu traste! ;D
O fim de ano está chegando e estou ficando cada vez mais impaciente. É chegada a hora de "partir" do apê que divido com as meninas - devido a possibilidade do irmão de uma delas migrar para lá ano que vem. Mas para isso, preciso achar um outro lugar para morar.
Graças a influência e dicas da minha tia juiz forana, estou tentando correr atrás com as minhas "próprias pernas". Os porteiros disseram que há algumas vagas no próprio prédio e achei ótimo! Na verdade, não queria abandonar as meninas, nem o lugar onde moro. Só queria ter uma cama descente pra dormir; um guarda-roupa pra guardar as coisas e deixar algumas por lá, ao invés de trazer e levar sempre na mala; convidar meus amigos, família e namorado a hora que eu quisesse, sem regras e amolação.
Meu sonho é ter um cantinho com a minha cara, com meu jeito! Enfim, ficar livre e a vontade pra fazer o que der na telha. xD
Essa minha impressora é mesmo traiçoeira. Não basta apenas você deixar de ser preguiçoso, saber a matéria e fazer o trabalho no computador. O importante é que no final, sua impressora tenha a boa vontade em te ajudar.
Do que adianta ter as coisas em mente e não colocá-las em prática? (Ou trazendo para a minha realidade, ter feito e não conseguir imprimir)? ¬¬
Vocês podem até me dizer que não, mas eu direi justamente o contrário! Sim, eu acredito que a idade atrapalha as pessoas em muitos setores na vida. E um deles, que posso comprovar, é o convívio frequente na faculdade.
Digamos que essa semana foi "tensa". Os professores aproveitaram a ausência da maioria da turma - porque ocorreu um Congresso de Psicologia nos horários das aulas - para entregarem as notas das provas. A experiência que eu obtive foi de notas boas e que agora eu sei como cada professor corrige as questões. Porém, creio que a minha felicidade não pôde ser compartilhada com alguns colegas de sala.
Das "excessões" de notas abaixo da média se encontraram em apenas três pessoas e senti muita pena quando descobri uma delas que estava incluída nesta afirmativa. Sabe, essa moça é muito legal comigo, me parecia bem interessada na matéria. É uma das pessoas que mais converso. Só que não teve sorte. Já as outras duas achei bem merecido porque não fazem por onde.
E o que elas têm em comum? Acho que vocês sabem a resposta. Eu achava difícil encarar uma faculdade quando se é jovem, cheio de baladas e namorado disponível longe dos pais, mas vejo que ser mais velho com emprego e família para cuidar, é bem mais complicado. O que acontece é que essas pessoas não aproveitam para prestar atenção e estudar nas horas devidas da faculdade, pensando que saberão tudo nas provas. Por inocência ou vagabundagem, não procuram amizades que possam ajudá-los. Na minha sala é justamente o contrário: os mais jovens dão exemplo para os mais velhos.
(E cá pra nós! O modo de ensino de anos atrás e depois de muito tempo parado resolver querer um diploma de um curso, agora, não é pra qualquer um que aguente, não!)
Sei que é um pouco tarde para falar do feriado que se passou, mas desde o seu fim eu venho percebendo que os dias em JF tem esquentado bastante. Tanto que, tem sido difícil sair 5:00 da tarde de calça comprida e tênis. Mesmo sabendo que a tendência é piorar com o verão, não largo desse "modelito" porque na saída da faculdade chove bastante e fica até difícil se locomover nas ruas à noite.
O problema maior é que esse tempo maluco é o momento ideal para pequenos insetos invadirem seu apartamento - com as janelas fechadas! Pensava que essas coisas só aconteciam na minha cidade do interior. Que inocência a minha! Nem morando no 10º andar do prédio os cupins não perdoam. O chão da sala - que mais se assemelha a um tapete - e as asinhas coladas na parede do banheiro se tornaram a nova decoração... Um dia eu ainda descubro por qual vãozinho eles passam, por mais impossível que seja imaginar essa cena!
Haja vassoura, disposição e PACIÊNCIA para manter o ambiente limpo. ¬¬
Não. Rsrsrs. Não vou discutir esse assunto com vocês. Esse é o nome de um programa que passa todas as sextas, tarde da madrugada e só ontem eu tive a oportunidade de ver pela primeira vez. Achei até legalzinho. Mas não GRANDES coisas.
Havia no último bloco do programa que a apresentadora Fernanda Lima tentava juntar casais. Ela conversou com uma moça que estava disposta a encontrar alguém para namorar, e teve a oportunidade de escolher o cara que ela quisesse no shopping. E depois que ambos marcaram de se conhecerem melhor através de uma caminhada ecológica, percebi que a moça não era exatamente aquilo que eu pensava. Eu comecei a entender os homens. SÉRIO! A moça tentou se fazer de difícil - ou poderia ser realmente timidez, como ela disse - mas não sei se teria a paciência que ele teve. O cara puxava todos os assuntos possíveis e até tentou pegar na mão para uma reaproximação. E a moça não cedia a vez, só ria envergonhada.
E as pessoas vivem reclamando que não encontram o par ideal porque são feias, não têm o estilo padrão da maioria, só que estão enganadas! Se elas percebessem que o modo de conversar e brincar com o outro conta uma grande vantagem, muito maior que a beleza, saberiam que tem muito gordinho por aí que não estão sozinhos.
Gostaria de fazer uma declaração para uma amiga que faz aniversário hoje. E devido às circunstâncias - acho que nem preciso citar o que me impediu ¬¬ - não pude ir para JF comemorar com ela e os amigos.
Ingridinha, se eu lhe desejasse apenas parabéns e toda a felicidade do mundo, seria muito pouco para a grande pessoa que você é! Você foi uma das minhas primeiras amizades de infância, né? E poucas também que conseguiram me acompanhar até aqui... Sempre muito dedicada aos estudos, amiga para todas as horas e de um coração sem tamanho que não cabe dentro do peito. Me orgulho de ver a sua perseverança em seguir os seus sonhos diante dos desafios. Mas o que é fácil nessa vida, né? Espero poder compartilhar todas essas vitórias ao seu lado, porque você merece todas essas oportunidades e lembre-se sempre, que onde estiver, Deus te guiará reservando um futuro maravilhoso para você.
Obs.: E quando for uma grande médica, não se esqueça dos seus amigos! Haha! ^^
Você é muito importante para mim. Te adoro demais, Ingridinha!
De todos os dias que se passaram nessa semana, creio que o pior deles foi hoje. Além de não ter conseguido fazer NADA do meu tão difícil e pelejado trabalho de estatística, - tô quase largando essa merda pra lá -, resolvi dar uma passeada na casa da minha avó que não vejo há um bom tempo. Foi coisa rápida, de duas horinhas de conversa com ela e a moça que faz tudo, tudo mesmo, na casa dela.
Por eu nunca ter ido sozinha de livre espontânea vontade por lá - eu GOSTO da minha avó, ok, gente?! -, pensei que faria uma surpresa agradável, afinal de contas, minha família não sabia que eu estava passando o feriado na minha cidade. E realmente foi uma tarde agradável! O problema surgiu quando voltei pra casa. Recebi um recado de que estava na hora da moça ir embora e a minha tia que fica no lugar dela, iria se atrasar. Adivinha pra quem sobrou ir lá de novo? Sem comentários...
Sabe, não me importo mesmo de fazer companhia para a minha avó. Sei que a vida não é fácil pra ninguém - quanto mais "revesar" de quem é a vez para ficar com ela. Mas o problema é que as pessoas aproveitam qualquer "brechinha" que lhes é favorável, para descansar dessa rotina, entende? Por isso que, às vezes, agradeço por estar estudando longe de casa: só lembram de mim porque sabem que vou "quebrar o galho". E pior de tudo, é ter que ver a carinha da minha avó tristinha dizendo:
- Pode ir, minha filha. Não precisa ficar aqui por minha causa. Estou na cadeira de rodas mas eu me viro sozinha.
Dizem que entre os meses de Setembro e Outubro, a tendência de se manifestar a Gripe Suína seria maior do que no inverno. Mas entre mitos e verdades, vamos à raiz do problema onde a Ciência diz saber como vencê-la - e quando você estiver com a seringa espetada no ombro, estará participando dessa história toda - e sua saúde estará a salvo.
Em fevereiro de 1976 no inverno rigoroso dos EUA, um soldado pega um gripe forte e dois dias depois, está morto. Os sintomas começam a se alastrar na base militar e o Exército a isola chamando o poderosíssimo Centro de Doenças, orgão do governo americano que combate epidemias. Os cientistas coletam amostras do vírus e concluem: trata-se do H1N1, o mesmo que havia arrasado o mundo em 1918 - o mesmo responsável pela atual pandemia de Gripe Suína. Assustados com a possibilidade de uma nova catástrofe, os EUA decidem fazer uma vacinação de emergência. Até que uma coisa estranha começou a acontecer.
Algumas pessoas que haviam tomado a vacina desenvolveram a síndrome de Guillain-Barré (SGB), que causa danos neurológicos e graus variados de paralisia. A SGB é uma doença extremamente rara, que afeta 1 em 100 mil pessoas por ano - 37 vezes menos que a Aids, por exemplo. Nas semanas que se seguiram à vacinação nos EUA, os casos aumentaram 680%. Outros que não tiveram muita sorte, morreram de SGB poucas semanas depois de tomarem a vacina. A Guillain-Barré é uma doença auto-imune, ou seja, em que o sistema imunológico agride o próprio organismo. Ele produz excesso de anticorpos que acaba danificando a bainha de mielina - o revistimento que protege os neurônios. Daí a suposta relação da síndrome com as vacinas, afinal, elas estimulam o sistema imunológico que poderia ficar por causa disso, hiperativo e descontrolado.
Em julho de 2009 a Organização Mundial da Saúde admite que o H1N1 está além do controle, e governos e laboratórios do mundo inteiro se agilizam para produzir uma vacina. O processo em si é até simples, mas tem uma série de detalhes desafiadores.
Como o vírus é cultivado: 1) Os médicos vão até pessoas infectadas e coletam amostras de sangue e catarro que vão para o laboratório onde o vírus é isolado. 2) Amostras são injetadas em ovos, que são colocados em incubadoras. O vírus se multiplica dentro dos ovos por um prazo de 2 a 5 dias. 3) Uma máquina abre os ovos e extrai seu conteúdo que é filtrado para isolar os vírus. Cada ovo dá para fazer 1 a 3 doses de vacina.
E como ele vira vacina: 1) Os vírus são mortos pelo contato com uma solução de formol. A vacina é elaborada com fragmentos deles, que quando injetados no paciente, ativam seu sistema imunológico. 2) Neste método, o vírus é resfriado ou diluído através de sucessivas inoculações de ovos até que perca parte de sua força. A vacina contém vírus vivo. 3) Técnica ainda em fase experimental. A vacina não contém vírus morto nem enfraquecido, só genes dele. Isso supostamente torna a imunização mais eficaz e segura.
Quais são as diferenças entre a nova vacina e a de 1976? O vírus não é exatamente igual ao daquela época - sofreu mutações - e só isso já torna a vacina diferente. Além disso, desta vez ela será produzida com outro tipo de tecnologia. Antigamente, as vacinas eram produzidas com vírus atenuados, porém vivos, que apresentam maior risco de reações adversas.
Dito isso, qual a resposta para tomar ou não a vacina? O maior perigo, afinal, não é a Gripe Suína, a vacina contra ela ou síndromes neurológicas raras. É uma coisa muito mais antiga, e mais banal também: a falta de investimentos em saúde no país.
Para mais informações: Revista Super Interessante, Edição 270 - OUT/2009
Impressora e Internet: duas coisas que têm vontade própria! Isso mesmo, Pan! ¬¬ Huahuahuahuahuahua! Em falar em tirar carteira de... read more
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